Criativo: Candidato ao GDF protesta por não estar participando dos debates

Por Sandro Gianelli

Barrados no debate

Alexandre Guerra (Novo), candidato ao GDF andou de metro enquanto acorria o debate do Correio Braziliense. O protesto aconteceu por ele ter sido excluído do debate. Esse é o segundo debate que Alexandre fica de fora. Outros candidatos também deixaram de ser convidados: General Paulo Chagas (PRP), Guillem (PSTU) e Renan Rosa (PCO).

Tá na lei

Tanto o debate da TV Band, quanto o do Correio deixou os quatro candidatos de fora. A lei 13.488/2017 obriga os veículos de comunicação a convidarem apenas os candidatos que são filiados a partidos políticos que possuam representatividade no Congresso Nacional.

Renovação prejudicada

Os candidatos que estão ficando de fora dos debates se queixam que o uso dessa lei para definir quem participará ou não dos debates está restringindo a participação dos partidos menores e a consequência é que a renovação política fica cada vez mais prejudicada.

Estilo Reguffe

O candidato a Presidência da República Guilherme Boulos (PSol) esteve em Brasília na terça-feira (28) e fez panfletagem em alguns bares, no melhor dos estilos do Senador Reguffe fazer política. Um panfleto aqui, um bate papo ali e assim foi conscientizando, se apresentando e pedindo votos. Boulos define sua campanha assim: “Minha campanha é olho no olho”.

Acessibilidade

Alexandre Guerra (Novo) tem inovado na forma de fazer política. Ele pode até não ter tempo de TV, mas não tem faltado criatividade por parte de sua equipe de campanha. A última do Guerra foi cumprir toda a sua agenda de ontem (29), de cadeira de rodas.

Debate político

Quem não participa dos debates, pelo menos tenta pautar os debates políticos. Para Guerra, essa foi a forma encontrada para trazer o tema para o centro do debate político. Segundo os dados da CODEPLAN/2010, 131 mil pessoas têm dificuldades motoras e o total da população do DF com algum tipo de restrição física é de 573.805 cidadãos.

Na bronca

O leitor Petterson Rodrigues denunciou o que ele considera um descaso por parte do Detran-DF. Petterson afirma que fez várias solicitações para a Ouvidoria do GDF, além de ter articulado o envio de ofícios da Câmara Legislativa ao Detran solicitando que seja feita a sinalização e a restauração das placas da via que vai da CSA 01 à CSA 02, em Taguatinga Sul.

Sem resposta

Petterson reclama que nenhuma solicitação foi atendida. “O Detran fica dando resposta pronta, achando que o cidadão é besta, o órgão arrecada milhões e ninguém sabe para onde vai esse dinheiro, solicito mas uma vez que cobrem esse órgão, para não se acharem no direito de menosprezar as solicitações feitas”, disse Petterson.

Prevenção

Petterson explica que a via tem sentido único, mas devido à ausência de algumas placas e pela precariedade das placas que restam, tem levado muitos motoristas, a trafegarem na contra mão, podendo ocasionar acidentes.

* A Coluna é escrita por Sandro Gianelli e publicada de segunda a sexta no Portal Conectado ao Poder, no Jornal Alô Brasília e no Portal Alô Brasília.

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