Entrevista/Lucas Kontoyanis: PEN confirma apoio ao Buriti



20150322225849Agora é oficial: o Partido Ecológico Nacional, que nas últimas eleições teve um resultado surpreendente, está na base de sustentação do Buriti. A deputada distrital Luzia de Paula já vinha votando ao lado dos governistas, mas um dos maiores críticos do governador Rodrigo Rollemberg era o presidente do PEN, Alírio Neto, que teve mais de 79 mil votos para deputado federal. Mas ele cedeu o lugar a Lucas Kontoyanis, novo presidente do PEN.  Depois das eleições o partido está sendo reestruturado, com mudanças nas zonais e o ingresso de novos militantes e ex-candidatos.

Kontoyanis diz que virão novidades nos próximos meses e muita gente que se surpreendeu com o resultado das eleições, “vai se surpreender ainda mais”. Kontoyanis afirma que a saída de Alírio Neto foi pacífica e que ele continua sendo o maior líder da agremiação, “posição que ele conquistou mostrando sua força eleitoral”. Mas a estrela do partido, segundo o presidente, é a distrital Luzia de Paula, que esteve com ele conversando com o governador.

Houve um racha no PEN? 

Não, deixar a presidência foi uma decisão pessoal do Alírio Neto, que continua sendo nosso líder. Ele teve a grandeza de pensar mais no partido do que em si; mantém suas opiniões políticas e preserva o partido, que pode buscar novos caminhos. As alianças são fundamentais para o desenvolvimento do PEN. Foi graças a elas que conseguimos por volta de 10% do total de votos válidos para a Câmara Distrital, elegemos dois parlamentares, Luzia de Paula no PEN e o Lira no PHS e obtivemos por volta de 100 mil votos para deputado federal, resultado da arquitetura política que mostrou a força da nossa união.

E no PHS?

Minha passagem pelo PHS fez parte dessa arquitetura política para as eleições passadas que foi coroada com a eleição do Lira para Deputado Distrital, com o qual mantive desde o primeiro momento conversa leal e franca. Acredito que para ele a aliança foi muito importante. Ele tem o meu respeito e admiração.

Mas há quem diga que Alírio Neto vai para o PMDB. Isto não é fato?

É uma história antiga, de antes mesmo dele participar da fundação do PEN. A parceria que mantemos com o PMDB é  histórica, mas Alírio não tem a menor intenção de deixar o PEN. O partido, inclusive, apoia e vem acompanhando de perto o processo de cassação do deputado Rôney Nemer, aberto pelo Ministério Público. Ele foi condenado em segunda instância e, portanto, é ficha suja. Alírio Neto será deputado federal do PEN e conta com nosso apoio integral nesta luta.

Mal ele deixou a presidência, o senhor assumiu e já teve um encontro com o governador Rollemberg. O PEN mudou de lado?

Eu realmente estive com o governador Rodrigo Rollemberg, acompanhando a estrela do nosso partido, a deputada distrital Luzia de Paula, mas para ser apresentado como novo presidente do PEN. Conheço o Rodrigo há décadas, estivemos do mesmo lado muitas vezes, traçamos planos políticos comuns. A última vez, inclusive, foi quando ele buscava a indicação para ser o candidato a senador na coligação que elegeu Agnelo Queiróz. Nós brigamos muito para que ele fosse indicado. Na última eleição, porém, estávamos em campos opostos. Eram contingências políticas, que nunca abalaram a nossa relação. Tomamos caminhos diferentes, mas no mesmo rumo.

Mas o PEN está alinhado com o Buriti?

A Luzia de Paula vem votando projetos de interesse do governo desde o primeiro momento. Portanto, não é uma questão de alinhamento, mas de apoio pra que o Rodrigo possa fazer um bom governo. Não vamos atrapalhar nada e tudo o que for de interesse da cidade terá nosso apoio.

Mesmo com as críticas que o GDF vem recebendo?

No meu ponto de vista são críticas apressadas. Costuma-se dar 100 dias de prazo para que qualquer governo mostre sua verdadeira face. Diante das dificuldades  que ele encontrou no governo, inclusive com os problemas da Lei de Responsabilidade Fiscal, eu entendo que este prazo deva ser um pouco esticado – vamos dar uns 5 ou 6 meses. O governador tem todo o crédito de confiança do PEN e queremos ajudá-lo.

Agora é oficial: o Partido Ecológico Nacional, que nas últimas eleições teve um resultado surpreendente, está na base de sustentação do Buriti. A deputada distrital Luzia de Paula já vinha votando ao lado dos governistas, mas um dos maiores críticos do governador Rodrigo Rollemberg era o presidente do PEN, Alírio Neto, que teve mais de 79 mil votos para deputado federal. Mas ele cedeu o lugar a Lucas Kontoyanis, novo presidente do PEN.  Depois das eleições o partido está sendo reestruturado, com mudanças nas zonais e o ingresso de novos militantes e ex-candidatos. Kontoyanis diz que virão novidades nos próximos meses e muita gente que se surpreendeu com o resultado das eleições, “vai se surpreender ainda mais”. Kontoyanis afirma que a saída de Alírio Neto foi pacífica e que ele continua sendo o maior líder da agremiação, “posição que ele conquistou mostrando sua força eleitoral”. Mas a estrela do partido, segundo o presidente, é a distrital Luzia de Paula, que esteve com ele conversando com o governador.

Houve um racha no PEN? 

Não, deixar a presidência foi uma decisão pessoal do Alírio Neto, que continua sendo nosso líder. Ele teve a grandeza de pensar mais no partido do que em si; mantém suas opiniões políticas e preserva o partido, que pode buscar novos caminhos. As alianças são fundamentais para o desenvolvimento do PEN. Foi graças a elas que conseguimos por volta de 10% do total de votos válidos para a Câmara Distrital, elegemos dois parlamentares, Luzia de Paula no PEN e o Lira no PHS e obtivemos por volta de 100 mil votos para deputado federal, resultado da arquitetura política que mostrou a força da nossa união.

E no PHS?

Minha passagem pelo PHS fez parte dessa arquitetura política para as eleições passadas que foi coroada com a eleição do Lira para Deputado Distrital, com o qual mantive desde o primeiro momento conversa leal e franca. Acredito que para ele a aliança foi muito importante. Ele tem o meu respeito e admiração.

Mas há quem diga que Alírio Neto vai para o PMDB. Isto não é fato?

É uma história antiga, de antes mesmo dele participar da fundação do PEN. A parceria que mantemos com o PMDB é  histórica, mas Alírio não tem a menor intenção de deixar o PEN. O partido, inclusive, apoia e vem acompanhando de perto o processo de cassação do deputado Rôney Nemer, aberto pelo Ministério Público. Ele foi condenado em segunda instância e, portanto, é ficha suja. Alírio Neto será deputado federal do PEN e conta com nosso apoio integral nesta luta.

Mal ele deixou a presidência, o senhor assumiu e já teve um encontro com o governador Rollemberg. O PEN mudou de lado?

Eu realmente estive com o governador Rodrigo Rollemberg, acompanhando a estrela do nosso partido, a deputada distrital Luzia de Paula, mas para ser apresentado como novo presidente do PEN. Conheço o Rodrigo há décadas, estivemos do mesmo lado muitas vezes, traçamos planos políticos comuns. A última vez, inclusive, foi quando ele buscava a indicação para ser o candidato a senador na coligação que elegeu Agnelo Queiróz. Nós brigamos muito para que ele fosse indicado. Na última eleição, porém, estávamos em campos opostos. Eram contingências políticas, que nunca abalaram a nossa relação. Tomamos caminhos diferentes, mas no mesmo rumo.

Mas o PEN está alinhado com o Buriti?

A Luzia de Paula vem votando projetos de interesse do governo desde o primeiro momento. Portanto, não é uma questão de alinhamento, mas de apoio pra que o Rodrigo possa fazer um bom governo. Não vamos atrapalhar nada e tudo o que for de interesse da cidade terá nosso apoio.

Mesmo com as críticas que o GDF vem recebendo?

No meu ponto de vista são críticas apressadas. Costuma-se dar 100 dias de prazo para que qualquer governo mostre sua verdadeira face. Diante das dificuldades  que ele encontrou no governo, inclusive com os problemas da Lei de Responsabilidade Fiscal, eu entendo que este prazo deva ser um pouco esticado – vamos dar uns 5 ou 6 meses. O governador tem todo o crédito de confiança do PEN e queremos ajudá-lo.

O senhor pediu alguma secretaria para o partido?

Não, em absoluto. É óbvio que queremos participar do governo, temos quadros para isso e todo partido da base de apoio quer. Mas isto será feito a partir da conveniência do governador, ele é quem decide se quer, onde e como podemos ajudar.

Não, em absoluto. É óbvio que queremos participar do governo, temos quadros para isso e todo partido da base de apoio quer. Mas isto será feito a partir da conveniência do governador, ele é quem decide se quer, onde e como podemos ajudar.

Fonte: Da redação do Jornal de Brasília

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