20150730224541A reunião da presidente Dilma Rousseff com governadores no Palácio da Alvorada, na tarde desta quinta (30), conta com a presença de dez ministros. Estão no encontro com os governadores os titulares da Fazenda, Joaquim Levy; Planejamento, Nelson Barbosa; Justiça, José Eduardo Cardozo; Casa Civil, Aloizio Mercadante; Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Edinho Silva; Aviação Civil, Eliseu Padilha; Integração Nacional, Gilberto Occhi; Cidades, Gilberto Kassab; Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, e da Saúde, Arthur Chioro.

Desde essa quarta, 29, o Planalto já trabalhava com a ideia de que os ministros Joaquim Levy e Nelson Barbosa apresentassem aos governadores as previsões de recuperação da economia a partir do início do ano que vem, em uma tentativa de dizer que existe “uma luz no fim do túnel”, apesar dos números negativos deste momento.

Dilma também quer aproveitar a conversa desta tarde para pedir o apoio dos governadores no andamento das votações de interesse do governo federal no Congresso no segundo semestre. Na reunião, a presidente tentará mostrar que as medidas também gerarão benefícios para os Estados.

O Planalto precisa concluir a votação do ajuste fiscal e, por isso, o apoio dos governadores junto às suas bancadas é importante. O governo quer ajuda também para votar temas como a repatriação de recursos que estão no exterior, considerado fundamental para obter uma arrecadação extra da ordem de R$ 25 bilhões.

Há pouco, ao abrir a reunião, Dilma afirmou não negar as dificuldades da crise econômica que atinge o Brasil, mas fez questão de destacar que o governo tem todas as condições de enfrentar os desafios em um prazo mais curto do que alguns pensam. “A economia brasileira é bem mais forte, sólida e bem mais resiliente do que era alguns anos atras quando enfrentou crises similares”, disse a presidente, destacando que a reunião de hoje tem papel importante na condução dos destinos do Brasil.

Diante de ameaças de impeachment, a presidente mandou um recado para os presentes. Disse que todos têm um patrimônio em comum: o fato de terem sido eleitos pelo voto democrático e popular. E destacou que todos assumiram um compromisso perante os eleitores para governar até 2018.

Fonte: Estadão Conteúdo

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