Rollemberg e Cristovam tratados como “inimigos”

Rollemberg e CristovamSenador Cristovam Buarque (PDT) é realmente um sujeito tranquilo. A política brasiliense pegando fogo e ele longe, do outro lado do planeta, curtindo o exótico e moderno Japão. Parece que o projeto de ser o contraponto ao governo de Agnelo está dormitando nas boas intenções. Enquanto isso, o companheiro de luta em busca da cadeira do Buriti, Rodrigo Rollember (PSB), sofre bordoadas no Congresso. A ordem da turma de choque é fustigar ao máximo as investidas políticas, tanto do PSB quanto do PDT em desqualificar o governo de Agnelo Queiroz.

As pesquisas ruins que chegaram às mãos da presidente Dilma Rousseff sobre o desempenho do governador Agnelo, não deixam dúvida de que o homem não pode sofrer mais ataques da base aliada, sob pena de naufragar antes de avistar terra firme. Ou seja, o ano que vem quando as convenções partidárias e arranjos políticos, vão estar definidos. Até lá, todo o esforço será empreendido para diminuir a força dos dois senadores. Com eles fora, ou desidratados de votos, a oposição não terá discurso de que “nem os senadores da base de Dilma apostam em Agnelo”. Esta avaliação parte do núcleo nacional do PT, que vê Cristovam e Rollemberg alimentando a possibilidade dos partidos de oposição se unirem. “Se os dois senadores estivessem do nosso lado, dificilmente surgiriam tantos nomes querendo Buriti”, avalia um assessor parlamentar no Congresso. Para este petista de carteirinha, “Cristovam e Rollemberg devem ser tratados como inimigos e não aliados”.

Fonte: Jornal Opção

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