Da redação do Conectado ao Poder
Presidente do BRB diz que compra fortalece o banco como instituição pública moderna e competitiva, afastando boatos sobre privatização

A recente aquisição do Banco Master marcou um novo capítulo na história do Banco de Brasília (BRB) e, segundo o presidente da instituição, Paulo Henrique Costa, representa um ponto final nos rumores sobre uma eventual privatização. Em entrevista ao programa Canal Livre, exibido no último domingo (6), Costa defendeu que a compra é mais uma prova da solidez e do crescimento do banco nos últimos anos.
“Na minha avaliação, sim”, respondeu Costa ao ser questionado se a operação com o Banco Master enfraquece as especulações privatistas. Ele lembrou que, há seis anos, o BRB enfrentava dificuldades, perdendo espaço no mercado e sendo visto como ultrapassado. “A gente tomou a decisão de rever posicionamentos, crescer e se modernizar. A própria sociedade do Distrito Federal abraçou o banco”, destacou.
Durante a entrevista, o executivo reforçou que o BRB tem buscado se posicionar como uma instituição pública eficiente, capaz de competir com os principais players privados do setor. Para ele, é essencial que bancos públicos atuem com protagonismo no mercado, combinando responsabilidade social e desempenho financeiro. “Um banco público precisa ser forte, grande, contribuir para o desenvolvimento do país e competir de igual para igual com qualquer banco privado”, afirmou.
A estratégia de expansão do BRB, que já vinha sendo conduzida por meio de investimentos em inovação, digitalização e ampliação da base de clientes, ganha novo impulso com a compra do Banco Master. A movimentação é interpretada como um sinal de confiança na sustentabilidade do modelo público adotado pela instituição, afastando, segundo Costa, qualquer necessidade de entrega da gestão ao setor privado.






