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Alexandre de Moraes autoriza PMs réus do 8 de Janeiro a reaver celulares desaparecidos

Ministro Alexandre de Moraes - A 1ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) no segundo dia dos depoimentos dos 8 réus do núcleo 1 da ação penal que investiga a tentativa de golpe de Estado em 2022. O 1º deles a ser ouvido é o ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), o tenente-coronel Mauro Cid, que firmou um acordo de delação premiada com a PF (Polícia Federal), homologado pelo STF.  Ele é o 1º justamente por ser o réu delator. A ordem dos demais depoimentos respeitará a ordem alfabética. | Sérgio Lima/Poder360 - 10.jun.2025

Da redação do Conectado ao Poder

Aparelhos pessoais dos oficiais da PMDF haviam sumido durante a investigação dos atos antidemocráticos e foram localizados pela PGR

Ministro Alexandre de Moraes – A 1ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) no segundo dia dos depoimentos dos 8 réus do núcleo 1 da ação penal que investiga a tentativa de golpe de Estado em 2022. O 1º deles a ser ouvido é o ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), o tenente-coronel Mauro Cid, que firmou um acordo de delação premiada com a PF (Polícia Federal), homologado pelo STF.  Ele é o 1º justamente por ser o réu delator. A ordem dos demais depoimentos respeitará a ordem alfabética. | Sérgio Lima/Poder360 – 10.jun.2025

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou que dois oficiais da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) recuperem celulares e um laptop que estavam desaparecidos desde as investigações sobre os ataques golpistas de 8 de janeiro, em Brasília.

Os dispositivos pertencem ao tenente Rafael Martins e ao coronel Paulo José, ambos envolvidos como réus no processo que apura a conivência de agentes públicos com os atos de vandalismo e invasão aos prédios dos Três Poderes. Os itens haviam sido apreendidos pela Polícia Federal (PF) no curso das investigações, mas, ao serem devolvidos, os oficiais notaram que parte dos equipamentos não estava entre os bens restituídos.

Segundo informações da Procuradoria-Geral da República (PGR), os aparelhos foram localizados recentemente, o que motivou a nova decisão judicial. Moraes, então, determinou que os dois policiais militares tenham acesso imediato aos objetos, encerrando o impasse sobre o paradeiro dos dispositivos.

A decisão do ministro segue a manifestação da PGR, que confirmou ter localizado os aparelhos, anteriormente ausentes entre os materiais devolvidos aos réus.