Início Brasil Lula se destaca em simulações de primeiro turno, mas empata no segundo

Lula se destaca em simulações de primeiro turno, mas empata no segundo

Da redação do Conectado ao Poder

Pesquisa revela a competitividade nas eleições de 2026, com Lula na frente no primeiro turno e empatado no segundo.

A pesquisa Datafolha mostra que o presidente Lula (PT) se destaca em várias simulações de primeiro turno para as eleições presidenciais de 2026, obtendo a liderança em cinco de seis cenários. O levantamento, realizado nos dias 10 e 11 de junho, ouviu 2.004 eleitores em 136 municípios, com margem de erro de 2 pontos percentuais.

No primeiro cenário, Lula aparece com 36% e Jair Bolsonaro (PL) com 35%, o que representa um empate técnico. Ratinho Junior (PSD) tem 7%, enquanto Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (União Brasil) aparecem com 5% cada. Os votos brancos, nulos e nenhuma opção somam 10%, e 2% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

Em uma simulação com Fernando Haddad (PT) como candidato, Bolsonaro lidera com 37% contra 23% de Haddad. No cenário envolvendo Tarcísio de Freitas (Republicanos), Lula alcança 37% contra 21% de Tarcísio. As intenções de voto indicam que o presidente mantém popularidade expressiva entre os eleitores em comparação com seus potenciais adversários.

No segundo turno, no entanto, as simulações têm mostrado que Lula e Bolsonaro estão empatados, apresentando 44% e 45% das intenções, respectivamente, considerando a margem de erro. O mesmo ocorre em uma projeção entre Lula e Tarcísio, onde ambos ficam quase iguais, com 43% para Lula e 42% para Tarcísio.

A pesquisa também mediu a rejeição entre os candidatos, e Lula lidera com 46%, seguido de perto por Jair Bolsonaro com 43%, e Flávio Bolsonaro (PL) com 31%. Esses números revelam um cenário complexo para a próxima disputa, com a possibilidade de Lula enfrentar resistência significativa no segundo turno.

No contexto político atual, esses dados podem impactar as estratégias dos partidos e influenciar o desenrolar da campanha até 2026. A pesquisa reflete não apenas as intenções de voto, mas também o panorama das relações políticas e o estado de percepção pública sobre os candidatos.