Início Redação Brasil inicia distribuição do antídoto fomepizol para combater intoxicações por metanol

Brasil inicia distribuição do antídoto fomepizol para combater intoxicações por metanol

Da redação do Conectado ao Poder

Governo federal importa e distribui antídoto emergencial aos estados, visando proteger a saúde pública.

O Brasil recebeu em 9 de outubro um lote de 2.500 ampolas de fomepizol, o principal antídoto para intoxicações por metanol. O medicamento, que não estava disponível anteriormente no país, foi adquirido pelo Ministério da Saúde em resposta a um preocupante aumento de casos e mortes devido a essa forma de intoxicação.

Duas mil ampolas serão distribuídas de forma emergencial para estados, com São Paulo recebendo 288 unidades, uma vez que apresenta o maior número de casos. As demais ampolas serão enviadas a outros estados a partir de 10 de outubro, enquanto 1.100 ampolas permanecerão em estoque para futuras necessidades.

A entrega foi feita no Centro de Distribuição do Ministério da Saúde, em Guarulhos, na Grande São Paulo. Esta aquisição foi viabilizada por meio do Fundo Estratégico da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), destacando a importância da cooperação internacional na resposta a emergências de saúde pública.

A distribuição do fomepizol será as seguintes quantidades:

  • Pernambuco: 68 ampolas
  • Paraná: 84 ampolas
  • Rio de Janeiro: 120 ampolas
  • Rio Grande do Sul: 80 ampolas
  • Mato Grosso do Sul: 20 ampolas
  • Piauí: 24 ampolas
  • Espírito Santo: 28 ampolas
  • Goiás: 52 ampolas
  • Acre: 16 ampolas
  • Paraíba: 28 ampolas
  • Rondônia: 16 ampolas
  • Ceará: 64 ampolas
  • Minas Gerais: 152 ampolas
  • Bahia: 104 ampolas
  • Distrito Federal: 20 ampolas
  • Mato Grosso: 28 ampolas
  • Alagoas: 24 ampolas
  • Amapá: 16 ampolas
  • Amazonas: 32 ampolas
  • Maranhão: 48 ampolas
  • Rio Grande do Norte: 24 ampolas
  • Roraima: 16 ampolas
  • Santa Catarina: 56 ampolas
  • Sergipe: 16 ampolas
  • Tocantins: 16 ampolas

Com essa iniciativa, o governo brasileiro visa fortalecer a capacidade de resposta às intoxicações por metanol, que têm se tornado uma questão de saúde pública crítica no país.