Da redação
A Agência da União Europeia para a Segurança da Aviação (AESA) emitiu, no sábado (3), uma recomendação para que as companhias aéreas evitem sobrevoar a Venezuela. A decisão foi motivada pelos recentes bombardeios americanos, devido à ativação de sistemas de defesa aérea que criam um “alto risco para os voos civis”.
A AESA observou que, em resposta aos ataques dos Estados Unidos, a Venezuela provavelmente manterá suas forças aéreas e unidades de defesa antiaérea em um estado elevado de alerta. A agência destacou que a possibilidade de novas ações militares amplifica o risco de erro de cálculo ou identificação equivocada por parte das forças venezuelanas.
Essa recomendação da AESA se manterá em vigor até 9 de janeiro. A medida reflete a preocupação com a segurança dos voos civis bem como a instabilidade na região.
Além disso, o regulador de aviação dos Estados Unidos (FAA) também tomou medidas semelhantes, proibindo as companhias aéreas americanas de operar em todo o espaço aéreo do Caribe. Esta proibição foi imposta devido aos riscos de segurança associados à atividade militar em andamento na região.
A situação se intensificou após o anúncio do presidente americano, Donald Trump, de que forças dos EUA haviam capturado o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, durante um “ataque em grande escala” ao país sul-americano. Essa ação exacerba as tensões já elevadas na área, levando aos alertas das agências de aviação.






