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Apesar dos sinais de apoio, Tarcísio não gostaria de ter Michelle como vice


Da redação

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) manifestou apoio ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), pelas redes sociais nesta semana. O gesto se deu em meio a especulações sobre o nome que representará a direita na corrida presidencial de 2026, especialmente após Jair Bolsonaro declarar, em dezembro, preferência pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como pré-candidato do grupo.

Mesmo com o endosso público de Michelle e comentários de bastidores sobre sua disposição para integrar uma chapa presidencial, pessoas próximas a Tarcísio afirmam que o governador não deseja a ex-primeira-dama como vice em uma eventual candidatura ao Planalto.

De acordo com interlocutores, Tarcísio já teria outros nomes em mente. Seu favorito é o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que também se coloca como pré-candidato à Presidência e promete levar sua campanha até o fim. Outra opção considerada pelo governador paulista é a senadora Tereza Cristina (PP-MS).

A escolha de Zema é atribuída ao peso eleitoral de Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país. O governador mineiro encerrará seu mandato com avaliação de gestão superior a 62%. Já Tereza Cristina, ex-colega de Tarcísio no ministério de Jair Bolsonaro, poderia fortalecer a candidatura junto ao agronegócio, ao eleitorado feminino e conservador.

Segundo pessoas próximas, Tereza Cristina é vista como um nome de direita mais moderado, característica considerada estratégica por Tarcísio caso dispute a Presidência em 2026.