Da redação
Uma adolescente de 15 anos está hospitalizada em Anápolis desde 27 de dezembro, após receber diagnóstico de uma doença cerebral grave. Ela necessita de dois procedimentos médicos distintos para o diagnóstico aprofundado e alívio de sintomas neurológicos que afetam suas funções cognitivas e motoras.
O primeiro procedimento visa a obtenção de amostras cerebrais para análise detalhada. Já o segundo envolve intervenções terapêuticas, podendo incluir cirurgias ou métodos minimamente invasivos. A equipe responsável avalia cada etapa conforme protocolos nacionais e internacionais de neurologia e neurocirurgia pediátrica.
Em casos como esse, o diagnóstico costuma exigir exames de imagem, análises laboratoriais e, eventualmente, biópsias do tecido cerebral. As intervenções podem abranger desde remoção cirúrgica de lesões até procedimentos de descompressão, além de implantes de monitoramento neurológico.
A rede hospitalar de Anápolis dispõe de infraestrutura para casos complexos, como UTIs neurológicas e salas dedicadas à neurocirurgia. O tratamento é realizado por um time multidisciplinar composto por neurologistas, neurocirurgiões, anestesistas, fisioterapeutas e psicólogos, o que contribui para reduzir complicações e favorecer a recuperação.
Avanços técnicos recentes, como ressonância magnética funcional e cirurgia guiada por neuronavegação, têm aumentado a precisão dos procedimentos, reduzindo o risco de danos cerebrais. O suporte psicológico e familiar também é parte fundamental do tratamento, auxiliando na recuperação emocional diante de uma internação prolongada.





