Da redação
Quase 1 milhão de goianos ascenderam às classes A, B e C entre 2019 e 2024, segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) compilado pelo Instituto Mauro Borges (IMB). O levantamento aponta que o número de pessoas nas classes com renda acima de quatro salários mínimos saltou de 5,2 milhões em 2019 para 6,1 milhões em 2024.
O percentual da população goiana nessas faixas passou de 74,64% para 83,95% no período. Em 2022, o índice era de 78,08%, demonstrando um aumento de 5,87 pontos percentuais em apenas dois anos.
Segundo a coordenadora do Goiás Social, primeira-dama Gracinha Caiado, o crescimento reflete o sucesso das políticas públicas estaduais. “O aumento do número de pessoas nas classes média e alta confirma que estamos no caminho certo”, afirmou. Ela destacou que o objetivo do governo é romper com o ciclo da pobreza, oferecendo autonomia e dignidade às famílias vulneráveis.
A classificação das classes A, B e C segue critérios de renda familiar: acima de 20 salários mínimos (A), entre 10 e 20 salários (B), e entre 4 e 10 salários (C). A classe C representa a camada média, com acesso às necessidades básicas e algum poder de consumo; já as classes B e A reúnem famílias com maior estabilidade financeira.
Desde 2019, o Estado ampliou ações de combate à pobreza através do programa Goiás Social, que integra diferentes áreas governamentais para gerar emprego, renda e qualificação profissional. Destaque para o Crédito Social, que já investiu mais de R$ 124 milhões e beneficiou quase 40 mil novos empreendedores em situação de vulnerabilidade, concedendo até R$ 5 mil por beneficiário após cursos profissionalizantes.






