Da redação
O dólar registrou nesta semana a menor cotação em quase quatro anos em relação ao euro e ao iene. A desvalorização ocorreu após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, interpretadas pelo mercado como um sinal favorável à manutenção de uma moeda americana mais fraca.
O movimento de queda ganhou força em um contexto de incertezas entre investidores, que passaram a questionar a postura de Washington em relação à política cambial do país. As falas de Trump sugeriram uma possível aceitação, por parte do governo, de um dólar menos valorizado diante de outras moedas principais.
A reação dos mercados foi imediata, com forte pressão sobre o dólar e valorização do euro e do iene. Investidores começaram a revisar expectativas sobre o comportamento cambial para os próximos meses, atentos a mudanças no posicionamento dos Estados Unidos.
Este cenário coloca em evidência os possíveis desdobramentos para o comércio internacional e para economias que têm grande relação com o dólar. Analistas seguem acompanhando o impacto das declarações de Trump e os próximos passos do governo norte-americano diante dessa nova configuração.
Apesar das variações observadas na semana, especialistas avaliam cautelosamente se a tendência de um dólar mais fraco realmente veio para ficar ou se pode haver uma reversão, dependendo das futuras sinalizações vindas de Washington.





