O “queijo mais antigo do mundo” pode ser egípcio


Da redação

Pesquisadores encontraram em Sacará, no Egito, um queijo com cerca de 3.300 anos, considerado um dos mais antigos já registrados. O achado tem chamado a atenção de especialistas que analisam aspectos do cotidiano do Egito Antigo, como a alimentação, técnicas de conservação de alimentos e até a circulação de doenças na sociedade dos faraós.

A análise do queijo antigo possibilita a compreensão detalhada dos hábitos alimentares da época. Segundo os pesquisadores, estudar produtos como este revela informações importantes sobre as práticas culinárias e as formas de armazenamento utilizadas pelos egípcios.

Além disso, o exame do queijo pode auxiliar na identificação de eventuais patógenos presentes, lançando luz sobre as doenças que poderiam afetar a população daquele período. Dessa forma, o estudo do alimento vai além da curiosidade histórica, contribuindo também para o entendimento da saúde pública na Antiguidade.

O local da descoberta, Sacará, é conhecido por seus sítios arqueológicos significativos, sendo um importante centro funerário no Egito Antigo. Achados como esse reforçam a relevância da região para novas investigações científicas.

Com cerca de 3.300 anos, o queijo egípcio permanece como objeto de estudo e fascínio para arqueólogos, representando uma valiosa fonte de conhecimento sobre a civilização dos faraós.