Da redação
Dois dos jovens suspeitos de envolvimento na morte do cachorro comunitário Orelha, em Florianópolis (SC), estão atualmente nos Estados Unidos acompanhados de familiares. O caso ganhou repercussão internacional e foi divulgado pelo portal Luiz Bacci, que informou que o episódio chegou ao conhecimento do presidente Donald Trump, com possibilidade de medidas administrativas contra os suspeitos.
Assessores da Casa Branca foram informados sobre o caso e avaliam possíveis sanções, como a revogação de vistos ou outras penalidades previstas pela legislação norte-americana. O impacto causado fora do Brasil e o fato de cidadãos serem investigados por maus-tratos a animais estão sendo considerados na apuração.
O episódio provocou forte comoção nacional após Orelha, cachorro cuidado por moradores da região, ser encontrado gravemente ferido. O animal não resistiu aos ferimentos e foi submetido à eutanásia.
As investigações apontam quatro adolescentes como suspeitos. Eles foram identificados a partir de imagens de câmeras de segurança e depoimentos. Além do caso envolvendo Orelha, também há investigação sobre uma tentativa de afogamento de outro cão comunitário, chamado Caramelo.
O inquérito está em andamento, com acompanhamento do Ministério Público e do Judiciário.







