Sete anos do IgesDF consolidam o Hospital de Base como referência em alta complexidade no DF


Da redação

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) completa sete anos nesta sexta-feira (30), período em que fortaleceu o Hospital de Base como referência em alta complexidade no Centro-Oeste. A unidade passou por reorganização de fluxos, modernização da infraestrutura e ampliação da capacidade assistencial, com impactos diretos no atendimento à população.

O presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, destaca os avanços da instituição. “Ao longo desses sete anos, o IgesDF organizou processos, qualificou a gestão e criou condições para que o Hospital de Base funcione com mais segurança e foco no atendimento ao cidadão”, afirma. Para o superintendente Paulo Saad, “a padronização de rotinas e a reorganização dos fluxos assistenciais permitiram entregar um serviço mais resolutivo à população”.

No ambulatório, que possui mais de 50 especialidades médicas, foram realizados em 2025 uma média de 34 mil atendimentos mensais. O espaço ganhou melhorias estruturais e organizacionais, além da inauguração de um novo Centro de Infusão e um novo Bloco de Oncologia, com 11 consultórios, dobrando a capacidade do setor. Equipamentos modernos como tomógrafos, ressonância magnética e acelerador nuclear reforçam o atendimento.

O Centro Cirúrgico realizou mais de 15 mil cirurgias no último ano, em 17 especialidades, com o número de salas aumentadas de seis para 16. Destaque para a retomada das cirurgias cardíacas de peito aberto desde 2019, totalizando cerca de 1.600 procedimentos. A adoção do Projeto Lean otimizou a gestão dos fluxos e ampliou a eficiência das agendas cirúrgicas.

Os 11 andares de internação passaram por melhorias desde 2019, com reforço do cuidado multiprofissional e criação de um serviço específico de Geriatria. O Hospital de Base também foi recomendado para receber certificação nacional de excelência em trauma. “Seguiremos investindo em pessoas, processos e tecnologia para fortalecer essa referência da saúde pública no Distrito Federal”, afirma Cleber Monteiro.