Da redação
O meia Lucas Paquetá estreou pelo Flamengo neste domingo, após se tornar a maior contratação da história do futebol brasileiro. O clube desembolsou 42 milhões de euros (aproximadamente R$ 260 milhões) para repatriar o jogador, impactando diretamente a atuação do clube no mercado de transferências.
Segundo o diretor de futebol do Flamengo, José Boto, a janela de transferências do clube neste semestre será mais cautelosa. Em entrevista ao site GE, Boto explicou que a disponibilidade financeira do clube está limitada após a aquisição de Paquetá. “Estamos atentos ao mercado, mas nossa disponibilidade financeira agora é muito pequena para esta janela”, destacou.
Boto afirmou que, apesar da restrição orçamentária, o clube segue observando oportunidades. “Não quer dizer que, até o fechamento da janela, não possa entrar outro jogador. Mas não esperem que vamos gastar valores altos depois de uma contratação dessa”, ressaltou, referindo-se a cifras entre 10 e 12 milhões de euros.
O dirigente explicou que a escolha de investir alto em Paquetá foi estratégica. Segundo ele, internamente, o Flamengo considera que Paquetá pode atuar em várias posições. “O Paquetá não é só um reforço, mas três ou quatro, por causa das posições que ele faz e da qualidade com que ele faz”, afirmou.
Sobre a negociação, Boto detalhou que a iniciativa partiu do próprio jogador. “No ano passado, encontrei o agente do Paquetá no Ninho, mas não era possível ainda. Um pouco antes do Natal, ele me ligou e disse que poderia trazer o Paquetá. Conversei com o presidente e com o Filipe, que também queria muito o jogador”, finalizou.






