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CEO do Al Hilal dá resposta firme a Cristiano Ronaldo por ‘greve’ na Arábia Saudita


Da redação

O futebol saudita voltou a ser palco de polêmica envolvendo Cristiano Ronaldo. O atacante do Al-Nassr, insatisfeito com decisões do Fundo Público de Investimentos da Arábia Saudita (PIF) e da liga local, recusou-se a atuar em partidas recentes, gesto interpretado nos bastidores como uma espécie de “greve”. O tema foi debatido em entrevista à rádio espanhola Cadena SER com o CEO do Al-Hilal, Esteve Calzada.

Questionado sobre a postura do jogador, Calzada transferiu a responsabilidade a Cristiano Ronaldo: “Você tem que perguntar a ele sobre os motivos”, respondeu. O dirigente do Al-Hilal também minimizou acusações de favorecimento ao seu clube e afirmou que o Al-Nassr não foi prejudicado no mercado de transferências. “Eles tampouco fizeram um mercado ruim no último verão. Trouxeram João Félix, Coman…”, lembrou Calzada, destacando a competitividade entre os principais times sauditas.

Calzada ironizou a ideia de que apenas o Al-Hilal seria beneficiado pelo PIF e reafirmou o equilíbrio no futebol local. Ele apontou o aumento da rivalidade e paixão no campeonato: “Há uma rivalidade forte e uma paixão muito grande por futebol nesse país. Eu nunca tinha imaginado que era assim. Já pensava ter visto de tudo”.

Sobre o interesse recorrente do futebol saudita em Vinicius Jr., do Real Madrid, o CEO negou negociações em andamento, mas reiterou o desejo institucional da liga. “No momento que o Vinicius estiver disponível no mercado, iria tentar trazê-lo para cá”, disse, citando falas do CEO da Liga Saudita.

Calzada também esclareceu que o Al-Hilal não deve buscar Vinicius Jr. neste momento, pois considera o elenco praticamente fechado após a recente chegada de Karim Benzema. “Já temos no momento a equipe que a gente queria ter. Faltava só mais um nome na parte do ataque e ele veio”, concluiu.