Da redação
A morte do adolescente Rodrigo Castanheira, de 16 anos, foi confirmada neste sábado (7), após 16 dias internado em um hospital particular do Distrito Federal. O jovem não resistiu às lesões provocadas pelas agressões do ex-piloto Pedro Arthur Turra Basso, de 19 anos, motivadas por uma discussão sobre um chiclete.
Rodrigo estava em coma induzido desde a madrugada de 23 de janeiro, quando foi espancado por Turra na porta de um condomínio em Vicente Pires, região administrativa do Distrito Federal. Familiares e amigos expressaram revolta com o caso, como o tio de Rodrigo, o fisioterapeuta Flávio Henrique Fleury, que desabafou nas redes sociais: “Não resistiu. Acabaram com uma pessoa maravilhosa de forma gratuita”. Em outra mensagem, Fleury escreveu: “Inacreditável”.
Pedro Turra cumpre prisão preventiva no Centro de Detenção Provisória, localizado no Complexo Penitenciário da Papuda, desde o dia 2 de fevereiro. Ele está em cela individual após ter recebido ameaças de outros detentos e até de policiais, segundo informou a defesa.
No dia 6 de fevereiro, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido de habeas corpus apresentado pelo ex-piloto.
O caso gerou forte comoção e indignação, especialmente devido à gravidade das agressões e ao motivo considerado banal para o crime.





