Da redação
O governador Ronaldo Caiado celebrou, nesta quarta-feira (11/02), a conquista histórica do Hemocentro de Goiás, primeiro banco de sangue público do Brasil a receber o Selo ONA 3, certificação máxima da Organização Nacional de Acreditação. “O acolhimento às pessoas, o atendimento na área de transfusão e todos os derivados tornam o Hemocentro referência em tudo. E agora, com o reconhecimento da ONA 3, Goiás é mais uma vez primeiro lugar no Brasil”, destacou durante a solenidade.
Para o governador, a certificação reconhece o esforço da atual gestão em reestruturar a rede. A entrega foi feita pela diretora executiva do Instituto Brasileiro de Excelência em Saúde (IBES), instituição acreditadora da metodologia ONA, Vivíam Giudíce, que elogiou o sistema goiano: “Essa certificação representa não só a qualidade e segurança do paciente, mas a eficiência dos processos de gestão, a inovação e a tecnologia empregadas para que ciclos de melhoria sejam implementados e gerem cada vez mais resultados para o Hemocentro e para a saúde pública aqui de Goiânia”.
O Selo ONA 3 é concedido a instituições de saúde que atendem padrões como gestão integrada, cultura de melhoria contínua, excelência nos processos e elevados padrões de segurança assistencial. Nos últimos anos, o Hemocentro de Goiás passou por rigorosas avaliações que analisam desde a assistência prestada até resultados alcançados e governança de processos internos.
Localizado em Goiânia, o Hemocentro integra a Rede Estadual de Serviços Hemoterápicos (Rede Hemo). Entre 2019 e 2021, passou por reforma e ampliação que quase triplicou seu tamanho, com investimento estadual de R$ 9,3 milhões.
Durante o evento, pesquisa do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) apontou 95,17% de satisfação dos usuários da Rede Hemo, composta por nove unidades. “Todas as unidades do Hemocentro que foram avaliadas receberam notas acima do nível de excelência”, salientou o analista e consultor Eli Andriel. Realizada em novembro com 478 pessoas, a pesquisa registrou 91,05% de aprovação no serviço ambulatorial e alta no Ciclo do Doador, de 96,23% para 96,86%. A nota final é cálculo ponderado entre as duas avaliações.








