Da redação
A Justiça Eleitoral estabeleceu um protocolo sequencial rígido para organizar as eleições gerais de 2026, sob responsabilidade do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Neste pleito, os brasileiros votarão para cinco cargos: Deputado Federal, Deputado Estadual ou Distrital, dois Senadores, Governador e Presidente da República. A sequência é padronizada para promover clareza, evitar erros de digitação e mitigar votos nulos ou brancos.
A ordem na urna eletrônica segue uma lógica funcional: começa pelos cargos proporcionais, que exigem mais dígitos, e termina nos majoritários, com menos números. O voto é iniciado para Deputado Federal (4 dígitos), seguido por Deputado Estadual ou Distrital (5 dígitos). Na sequência, o eleitor vota para Senador — em 2026, serão duas vagas, cada uma com 3 dígitos, exigindo que o eleitor escolha candidatos diferentes em cada voto. Em seguida, a votação segue para Governador (2 dígitos) e se encerra com Presidente da República (2 dígitos).
A estrutura da votação foi aprimorada desde a implementação da urna eletrônica, em 1996, e é regida pelo Código Eleitoral, além de resoluções específicas do TSE para cada eleição. Historicamente, a ordem se mantém nas eleições gerais, variando apenas nas eleições municipais. Em 2026, destaca-se a renovação de dois terços do Senado, diferentemente de 2022, quando apenas uma vaga foi disputada.
Segundo a Justiça Eleitoral, essa padronização facilita a memorização, reduz o tempo na cabine, diminui filas e previne erros, como inverter números de candidatos. Além disso, o padrão favorece o uso da “cola eleitoral”, que pode ser organizada na ordem exata da urna, garantindo precisão ao voto do eleitor.
O cumprimento rigoroso desta ordem reflete o compromisso do TSE com a transparência e eficiência do processo eleitoral, assegurando que o cidadão exerça seu direito de voto de forma consciente e segura nas eleições gerais de 2026.








