Da redação
A Polícia Militar de São Paulo informou ter efetuado 33 prisões em eventos do carnaval de rua e desfiles de escolas de samba no Estado desde o dia 31 de janeiro. A maioria dos casos está relacionada a furtos de celulares durante os desfiles de blocos na capital paulista.
No Parque do Ibirapuera, principal palco do carnaval de rua da cidade, quatro pessoas foram presas por furto de celular após serem identificadas pelo sistema de monitoramento do governo estadual. Mais cinco adolescentes foram apreendidos pelo mesmo crime na região durante patrulhamento preventivo.
No centro, três prisões ocorreram na República, em uma ação da Polícia Civil com agentes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) disfarçados de personagens do desenho Scooby-Doo. Os detidos portavam oito celulares e responderão por furto.
No Sambódromo do Anhembi, na zona norte, um homem procurado pela Justiça foi preso após ser identificado por câmeras de reconhecimento facial. Em outros casos, dois foragidos também foram reconhecidos pelo mesmo sistema.
De acordo com o secretário executivo da Secretaria da Segurança Pública, coronel Henguel Ricardo Pereira, cerca de 13 mil policiais atuam na Operação Carnaval 2026, sendo 5 mil na capital. As operações começaram no fim de janeiro e, no primeiro fim de semana oficial do carnaval paulistano, 11 pessoas foram presas por crimes como furto de celulares, estelionato e venda de bebidas adulteradas.








