Da redação
Uma escola de samba do Rio de Janeiro prestou homenagem ao presidente Lula, o que gerou debate sobre possível violação da legislação eleitoral, já que a agremiação – como todas as demais – recebeu verbas federais. O próprio presidente e ministros compareceram ao desfile, mantendo certa discrição. Até o momento, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não proibiu o evento, para evitar restringir a liberdade artística, mas alertou que Lula pode correr riscos jurídicos, motivo pelo qual o entorno presidencial agiu com cautela.
Ainda não se sabe se a participação de Lula poderá resultar em processo por abuso de poder político e econômico. O TSE, após condenar eleitoralmente Jair Bolsonaro, tem agora a obrigação moral de agir com rigor em casos semelhantes.
O texto critica a escolha de Lula, afirmando que ele se colocou em posição vulnerável sem benefícios concretos: “Vanitas vanitatum et omnia vanitas”.
Outro tema abordado é a proposta de redução da jornada de trabalho. Apesar do mérito, o texto destaca que a medida tem custos e pode resultar em impactos inflacionários, já que aumentaria o preço do trabalho. Os efeitos da mudança não seriam uniformes: alguns setores seriam pouco afetados, enquanto outros, próximos da automação, poderiam enfrentar desemprego em massa.
Por fim, o artigo argumenta que o governo federal e o PT estão tentando acelerar a tramitação da proposta para usar o tema como bandeira eleitoral, sem dar atenção adequada aos debates técnicos. Comenta também que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, age de forma semelhante ao evitar anunciar racionamento de água. Segundo o texto, o problema do populismo é adotar causas populares sem medir as consequências.








