Da redação
Sidônio Palmeira decidiu deixar a Secretaria de Comunicação Social da Presidência em julho, devido ao risco eleitoral ligado à sua permanência no cargo. Ele irá se dedicar exclusivamente à função de marqueteiro na campanha de reeleição do presidente Lula.
A principal preocupação de Sidônio foi evitar questionamentos jurídicos que poderiam surgir no âmbito da Justiça Eleitoral, caso seguisse acumulando o posto de ministro com o papel estratégico na campanha presidencial. A decisão foi influenciada por orientações de ministros, como Jorge Messias, da Advocacia-Geral da União (AGU), que recomendaram o afastamento.
Anteriormente, Sidônio avaliava continuar na Secom mesmo durante o período eleitoral. Assessores próximos defendiam sua permanência, mas o entendimento dentro do governo mudou devido aos riscos legais envolvidos.
Com a saída, Sidônio terá liberdade para atuar plenamente na estratégia de comunicação da reeleição de Lula, sem as restrições impostas ao ocupar um cargo no Executivo federal.
Apesar da mudança, a equipe que atualmente trabalha com Sidônio na Secom deve permanecer na estrutura do governo, e ele próprio, apesar de deixar o cargo, tende a continuar circulando no Palácio do Planalto.








