Da redação
Menos de um ano após a morte de Preta Gil, seu filho Francisco Gil compartilhou nas redes sociais, nesta quarta-feira (18/2), um relato sobre o significado do Carnaval em sua vida. O cantor destacou o peso simbólico da festa neste momento e relembrou a forte ligação da mãe com a folia carioca.
Preta Gil foi rainha de bateria da Estação Primeira de Mangueira e idealizadora do tradicional Bloco da Preta. Francisco, filho único da artista, afirmou que só agora compreende a dimensão do legado deixado por ela. “O Carnaval sempre me ensinou muita coisa. Minha mãe já foi rainha de bateria da Mangueira, mas eu era muito novo para compreender tudo o que aquilo tinha a me dizer. Hoje, olhando para trás, sempre me vêm novas percepções e sentimentos”, escreveu.
Integrante do grupo Gilsons, Francisco contou que decidiu se aprofundar no universo do samba neste ano. Ao lado da filha, Sol de Maria, acompanhou ensaios de rua, treinos nas quadras e preparativos técnicos. Na última segunda-feira (16/2), Sol enfrentou pela primeira vez a madrugada inteira na Sapucaí para assistir aos desfiles oficiais. “Vimos todos”, relatou o cantor.
Francisco também destacou a influência da namorada, Alane Dias, que desfilou como musa da Acadêmicos do Grande Rio. Segundo ele, Alane o ajudou a enxergar a energia da avenida de forma mais sensível: “No jeito só dela de sambar e de levar para avenida uma história inteira de vida”, afirmou, ressaltando valores como respeito, alegria e entrega.
Para o artista, o Carnaval vai além do espetáculo: representa cultura, identidade e história. Entre homenagens à mãe, celebração da filha e admiração pela companheira, Francisco definiu o momento como uma vivência marcada por afeto e reconexão com suas raízes.






