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Restaurantes comunitários ampliam acesso à alimentação no DF


Da redação

Os restaurantes comunitários do Distrito Federal se consolidaram como fundamentais para populações vulneráveis, servindo 16,9 milhões de refeições ao longo de 2025. O programa do Governo do Distrito Federal (GDF) opera atualmente 17 unidades, com investimento anual de R$ 96 milhões, ofertando alimentação acessível e combatendo a fome em diversas regiões.

Cada unidade serve, em média, 2,7 mil refeições diárias. Apenas em janeiro de 2025, foram mais de 1,4 milhão de refeições, incluindo 1,9 milhão destinadas à população em situação de rua. Os preços variam entre R$ 0,50 (café da manhã e jantar) e R$ 1 (almoço), permitindo a três refeições por apenas R$ 2 em 13 unidades que funcionam diariamente, inclusive em feriados.

Os restaurantes estão distribuídos em locais como Arniqueira, Brazlândia, Gama, Itapoã, Recanto das Emas, Riacho Fundo II, Samambaia, Santa Maria, Sobradinho, Sol Nascente/Pôr do Sol e Varjão. Desde 2019, quatro novos espaços foram inaugurados em Samambaia Expansão, Sol Nascente/Pôr do Sol, Arniqueira e Varjão. Unidades em Sobradinho, Gama, Paranoá, Santa Maria, Samambaia e Planaltina passaram por reformas, com obras em andamento na Estrutural.

A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, destacou a conquista do primeiro lugar nacional do Selo Betinho de ações de combate à fome, ressaltando as inaugurações, reformas e a redução de preços. “Todo esse empenho foi premiado com o primeiro lugar nacional do Selo Betinho”, afirmou.

Para famílias vulneráveis, há possibilidade de cadastro para refeições gratuitas. Durante a pandemia, o acesso foi ampliado e o número de refeições cresceu de 200 mil em 2021 para 1,2 milhão em 2024, somando mais de 550 mil até abril de 2025. “O restaurante é uma ferramenta vital de proteção social”, reforça Márcio Oliveira, gerente do Sol Nascente.