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Senador Flávio Bolsonaro propõe sondagem no mercado financeiro sobre prováveis candidatos ao ministério da Fazenda


Da redação

O senador Flávio Bolsonaro propôs uma sondagem junto ao mercado financeiro para avaliar a receptividade de investidores, analistas e operadores em relação a possíveis nomes para o cargo de ministro da Fazenda. A iniciativa, segundo o parlamentar, busca dar maior transparência ao processo e reduzir incertezas, permitindo que o governo conheça de antemão as preferências do setor privado antes de anunciar a escolha.

A proposta prevê consultas a bancos, corretoras, fundos de investimento e consultorias econômicas. A ideia é levantar opiniões sobre critérios como experiência técnica em gestão fiscal, histórico de defesa de metas de inflação, postura diante da sustentabilidade fiscal e alinhamento com o programa econômico do governo. Para Flávio Bolsonaro, ao incorporar essa etapa preliminar, o processo de escolha do ministro será mais robusto e dará mais segurança ao mercado.

No debate sobre o comando da Fazenda, o senador destaca a importância de avaliar se o mercado prefere um economista de perfil técnico, com trajetória em instituições internacionais, ou um nome do próprio governo, capaz de articular com outras áreas. A sondagem também pretende medir expectativas sobre os impactos de cada perfil nos títulos públicos, câmbio e juros.

O ministério da Fazenda é central na administração das finanças públicas, influenciando diretamente o custo da dívida, a percepção de solvência do Estado e o controle da inflação. Flávio Bolsonaro afirma que a escolha alinhada às expectativas do mercado pode acelerar reformas estruturais e assegurar estabilidade para o crescimento econômico. Por isso, vê a sondagem como estratégia para antecipar reações do setor financeiro.

Consultas informais ao mercado já ocorreram em governos anteriores, mas, segundo o senador, raramente com transparência e metodologia sistematizada. Com a proposta, Flávio Bolsonaro quer institucionalizar o mecanismo e criar um canal permanente de comunicação entre o gabinete presidencial e o mercado financeiro, reforçando a previsibilidade das decisões.