Da redação
O depoimento do advogado Cecílio Galvão à CPMI do INSS, inicialmente marcado para esta segunda-feira (2), foi adiado para quinta-feira (5). O adiamento ocorreu após a comissão enfrentar dificuldades para intimar Galvão, que agora poderá ser conduzido coercitivamente para prestar esclarecimentos.
Segundo o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), a decisão foi motivada pelo que classificou como uma conduta protelatória do advogado. “Há manifesto intuito protelatório do depoente e desrespeito às prerrogativas desta comissão. Assim, fica mantida a convocação do senhor Cecílio Galvão e a condução coercitiva para a próxima quinta-feira”, afirmou Viana.
A comissão chegou a solicitar anteriormente a condução forçada do advogado, após várias tentativas de intimá-lo sem sucesso.
Cecílio Galvão foi convocado a explicar supostos contratos milionários firmados com associações sob investigação por envolvimento em desvios contra aposentados, conforme estabelece o requerimento REQ 2.787/2025.
A expectativa é que o depoimento traga esclarecimentos sobre o papel do advogado nos contratos investigados, considerados peça-chave para o andamento das investigações da CPMI.






