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CPMI recebeu menos de 1% do material de quebra de sigilo de Vorcaro, diz Viana

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Da redação

O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou nesta segunda-feira, 9, que a comissão recebeu menos de 1% do material derivado das quebras de sigilo de Daniel Vorcaro que foi encaminhado à Polícia Federal (PF) por determinação do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo Viana, o volume recebido pela CPMI é significativamente inferior ao que foi entregue às autoridades policiais. Ele destacou a discrepância ao tratar do acesso da comissão às informações sigilosas durante investigações.

O senador ressaltou que a limitação no repasse de dados prejudica a atuação da CPMI. “Fomos injustamente acusados pelo Ministro Alexandre”, afirmou Viana, sem detalhar o teor da acusação ou o contexto de sua fala.

O material objeto das quebras de sigilo faz parte das investigações conduzidas em torno do INSS. O Supremo Tribunal Federal determinou o envio das informações à Polícia Federal, porém, a maior parte dos dados não teria sido compartilhada com a comissão parlamentar.

Viana não especificou os motivos da restrição, mas reforçou a importância de acesso integral ao material para o andamento dos trabalhos da CPMI.