Da redação
Cada vez menos motoristas têm recusado o teste do bafômetro durante fiscalizações de trânsito. Essa mudança de comportamento está ligada ao entendimento de que a recusa não evita problemas e pode, inclusive, resultar em punições imediatas previstas na legislação.
A lei de trânsito brasileira determina que, ao se recusar a soprar o bafômetro, o motorista está sujeito a penalidades como multa, suspensão do direito de dirigir e recolhimento da carteira de habilitação. Ou seja, não realizar o teste deixa o condutor imediatamente vulnerável às mesmas sanções aplicadas a quem é flagrado dirigindo sob efeito de álcool.
O conhecimento dessas consequências tem feito com que motoristas repensem a estratégia de recusar o teste. Muitos condutores estão se convencendo de que colaborar com a fiscalização pode gerar menos transtornos do que a negativa, já que a punição é praticamente automática nesses casos.
Especialistas apontam que a legislação brasileira é rigorosa e não deixa brechas para quem opta por não se submeter ao exame do bafômetro. A recusa é considerada infração gravíssima, resultando em multa de R$ 2.934,70 e suspensão da carteira por 12 meses.
Por esses motivos, cresce o número de motoristas que preferem realizar o teste quando abordados em operações de trânsito, em vez de enfrentar as penalidades previstas em lei.






