Da redação
A derrota do Brasil por 2 a 1 para a França, em amistoso nos Estados Unidos, intensificou o debate sobre o desempenho de Vinícius Júnior com a camisa da Seleção. Usando a camisa 10, o atacante teve atuação discreta e não conseguiu se destacar diante da marcação dos laterais Malo Gusto e Théo Hernández, além de ter pouca efetividade nas decisões ofensivas.
O comentarista Mauro Cezar Pereira, ao analisar o momento de Vini Jr, buscou um paralelo com Lionel Messi na seleção argentina. “Já disseram que o Messi não era jogador de seleção”, lembrou Mauro Cezar, ressaltando que, em sua opinião, o rendimento de um atleta depende do desempenho coletivo da equipe. “Depende do time estar bem para o cara estar bem naquele time, poder render e jogar um grande futebol”, comentou.
Em campo, a França mostrou mais eficiência nos momentos decisivos. No primeiro tempo, Kylian Mbappé abriu o placar após erro defensivo brasileiro, cobrindo Ederson. No segundo tempo, Hugo Ekitiké ampliou para a França em contra-ataque. Apesar de ter um jogador a mais após a expulsão de Dayot Upamecano e de Bremer diminuir a diferença, o Brasil não conseguiu o empate.
O Brasil teve momentos de pressão, principalmente após conquistar a vantagem numérica, mas esbarrou na falta de precisão nas finalizações. Maignan, goleiro francês, foi destaque ao evitar chances de Casemiro, Matheus Cunha e Gabriel Martinelli.
A seleção volta a campo na próxima terça-feira, contra a Croácia, em novo amistoso em Orlando. A próxima partida mantém a pressão sobre a equipe, enquanto o debate sobre o rendimento de Vinícius Júnior segue aberto, agora com o argumento de Mauro Cezar de que o desempenho individual está diretamente ligado ao desempenho coletivo.





