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Veja quem são os 17 ministros que saíram do governo Lula para disputar as eleições e descubra quem vai ocupar seus lugares

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Da redação

Com a proximidade das eleições de outubro, 17 ministros do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deixaram seus cargos para disputar o pleito. Todas as exonerações foram publicadas no Diário Oficial da União, conforme exige a legislação eleitoral, que determina afastamento de ministros seis meses antes da eleição.

Entre os exonerados, está o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), que deixou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços para tentar nova candidatura como vice na chapa de Lula. No lugar de Alckmin, Márcio Elias Rosa, então secretário-executivo da pasta, assumiu o comando. Simone Tebet (PSB) também deixou o Planejamento para disputar o Senado por São Paulo; Bruno Moretti foi nomeado como sucessor.

A maioria dos ministros substituídos foi sucedida por seus respectivos secretários-executivos, com exceção do Ministério do Planejamento, onde tanto a ministra quanto o secretário-executivo deixaram o governo. Em outra movimentação, André de Paula saiu do Ministério da Pesca e assumiu o Ministério da Agricultura, enquanto Edipo Araujo assumiu a Pesca.

Além desses, renunciaram para concorrer: Rui Costa (PT), que será substituído por Miriam Belchior na Casa Civil; Jader Filho (MDB), substituído por Antônio Vladimir Moura Lima no Ministério das Cidades; Márcio França (PSB), sucedido por Tadeu Alencar no Empreendedorismo; Camilo Santana (PT) no MEC, com Leonardo Barchini assumindo; Renan Filho (MDB) nos Transportes, substituído por George Santoro; Marina Silva (Rede) no Meio Ambiente, sucedida por João Paulo Capobianco; entre outros.

Alguns ministros decidiram não se candidatar e permanecem no governo, como Alexandre Padilha (PT), Guilherme Boulos (PT) e Wolney Queiroz (PDT), que seguirão responsáveis por entregas estratégicas do último ano de mandato de Lula.