Da redação
Das 27 unidades da Federação, apenas duas não aderiram ao subsídio de R$ 1,20 por litro de diesel importado, segundo o Ministério da Fazenda, que não revelou quais estados ficaram de fora. O subsídio faz parte de um pacote para conter a alta dos combustíveis e terá duração de dois meses.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou em coletiva nesta tarde que negocia com os governos estaduais para ampliar a adesão ao acordo. Ele ressaltou que a proposta é temporária e excepcional, com custos igualmente divididos entre a União e os estados participantes, cabendo R$ 0,60 a cada um.
O custo total estimado do subsídio é de R$ 4 bilhões, sendo R$ 2 bilhões pagos pela União e R$ 2 bilhões pelos estados. Até a semana passada, a projeção era de R$ 3 bilhões para os dois meses de vigência do programa.
Segundo o Comitê dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), a contribuição de cada estado será proporcional ao consumo regional de diesel, mas os critérios detalhados ainda estão em discussão. A adesão ao programa é voluntária e as cotas dos estados ausentes não serão redistribuídas para os demais.
Além disso, o governo anunciou um subsídio de R$ 0,80 por litro de diesel nacional, também por dois meses. Essa medida tem custo de R$ 6 bilhões, totalmente coberto pela União.







