Da redação
O ex-presidente do INSS, Gilberto Waller, foi exonerado do cargo em meio a uma crise de relacionamento com o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz. Após deixar o posto, Waller concedeu diversas entrevistas nas quais expôs publicamente a má relação com Queiroz. Internamente, a avaliação tanto no Ministério da Previdência Social, quanto no INSS e na Dataprev, é de que Waller faz parte do passado.
Diante da repercussão, o ministro Wolney Queiroz, a nova presidente do INSS, Ana Cristina Viana Silveira, e o presidente da Dataprev, Rodrigo Assumpção, estão articulando uma força-tarefa emergencial. O objetivo é reduzir o tempo médio de espera para a concessão de benefícios do INSS. Atualmente, a espera gira em torno de 45 dias.
A meta estabelecida pela equipe é diminuir esse prazo para até 30 dias. A medida busca agilizar o atendimento e dar resposta à crescente demanda por benefícios previdenciários.
No caso específico do Benefício de Prestação Continuada (BPC), o cenário é ainda mais preocupante: em janeiro, o tempo médio para receber o benefício era de 136 dias, segundo dados oficiais.
A força-tarefa e outras ações emergenciais devem ser implementadas nos próximos dias, numa tentativa de reverter o quadro e melhorar os índices de atendimento do INSS.






