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Cães do BPCães da PMDF reforçam combate a drogas e explosivos em Brasília


Da redação

Cães policiais atuam no reforço da segurança pública em Brasília, operando sob o Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães) da Polícia Militar do Distrito Federal. Atualmente, eles participam de operações para detecção de drogas, armas, explosivos e busca de suspeitos, comprovando eficiência estratégica conforme apurado em ações recentes realizadas na capital federal.

Entre os cães em destaque estão Paçoca, Xamã e Izzy, reconhecidos por grandes apreensões de entorpecentes. Zang localizou drogas escondidas em um carro funerário, enquanto Scott atuou em ações que resultaram na apreensão de armas de fogo e drogas enterradas em diversas ocorrências na região.

Zaira é empregada principalmente em operações de busca e captura de suspeitos. Já Eros atua na detecção de explosivos e participou das ações relacionadas às explosões próximas ao Supremo Tribunal Federal em 2024, ampliando a visibilidade do trabalho desses animais nos últimos meses.

A repercussão sobre a atuação dos cães se intensificou após uma operação no Rio de Janeiro, em abril de 2024, quando um pastor-belga-malinois localizou 48 toneladas de maconha, naquela que é considerada a maior apreensão da droga no país até o momento, segundo informações da corporação.

O BPCães possui atualmente 48 cães, com 17 filhotes em treinamento. A seleção começa ainda nos primeiros dias de vida, priorizando raças como pastor-alemão e pastor-belga-malinois devido à inteligência e resistência. O treinamento utiliza reforço positivo, associando odores a recompensas, com substâncias controladas e sem contato direto com os animais durante o processo.

O subcomandante do batalhão, major Yuri Dezen, explica que o processo de condicionamento dos cães inicia por volta dos três meses de idade e pode se estender por um ano e meio. A renovação do plantel ocorre de forma contínua, com aposentadoria prevista aos sete ou oito anos, quando os cães passam a viver com seus condutores ou são adotados.