Em busca da classificação pela copa do Brasil, o Fluminense recebeu o Operário, bicampeão paranaense.
Começou sufocando o adversário com marcação alta, e aos 7 minutos foi recompensado.
A defesa adversária errou na troca de passe dentro de sua área (?), Acosta tomou a bola e sofreu pênalti, convertido por Savarino.
A pressão continuava e até os 20 minutos o Operário não atravessava a linha do meio campo, mas a partir daí o Fluminense afrouxou a marcação alta e o adversário teve uma boa oportunidade.
Com o susto o Fluminense tentava retomar o controle da partida, e aos 36 minutos Nonato acertou um passe milimétrico prá Acosta que fez 2×0.
Foi um primeiro tempo que o Fluminense atuou como a torcida gosta, marcando o adversário na saída de jogo, encurralando-o no seu campo defensivo em 2/3 do tempo.
A marcação forte, principalmente do Fluminense resultou em muitas faltas, mas sem violência.
A vitória parcial não pode esconder as falhas apresentadas, principalmente no setor defensivo nas poucas vezes que foi atacado.
Voltamos para o segundo tempo e com 1 minuto, outro pênalti a favor do Fluminense numa jogada de JK que ele mesmo cobrou e perdeu, chutando no travessão.
O Fluminense continua pressionando o adversário, como fez no início do primeiro tempo, e vale destacar o apoio constante dos laterais Guga e Arana, o que explica em parte o nosso volume ofensivo.
A partir dos 13 minutos alguns jogadores já mostram cansaço, e com isso o Operário avança um pouquinho suas linhas, mas sem criar oportunidades.
A complicar um jogo fácil, aos 15 minutos o árbitro expulsa Acosta que fez uma falta que merecia cartão amarelo, não vermelho.
O VAR corrige a besteira e o árbitro troca o vermelho por amarelo.
Aos 24 minutos entram Bernal, Ganso e Castillo para saída de Nonato, Acosta e JK.
As alterações diminuíram o ritmo intenso que o Fluminense imprimia à partida, e Hércules cansado e Jemes muito mal, permanecem em campo.
O castigo chega aos 37 minutos com Jemes falhando feio e o Operário diminui.
Aos 41 entre Serna, saindo Canóbio.
No minuto seguinte, 1 jogador adversário leva o 2o. amarelo e é expulso.
Aos 43 minutos Jemes acerta uma boa cabeçada que o goleiro salva.
Aos 45 minutos Savarino chuta de fora da área e quase amplia.
Mas a postura do Fluminense, apesar de 1 jogador a mais, é insegura, parecendo desesperado para que a partida acabe.
Aos 49 minutos Serna perde grande oportunidade.
A perda do pênalti de JK, a mudança de postura do time ao longo da partida, e a não substituição de Jemes e Hércules contribuíram para este clima de insegurança e angústia no final da partida.
Era uma partida tranquila, mas JK não fez o que devia, que era converter o pênalti e liquidar o jogo.
Atuação ruim de Jemes, razoável de Freytes, boa de Guga, Arana, Nonato, Savarino e JK, e excelente de Canóbio (taticamente), e Acosta (tecnicamente).
Valeu pela classificação, mas precisa entender que a partida só termina com o apito final, NUNCA podendo sentar na vantagem no placar.
Melhor em campo: Acosta.
No próximo sábado às 19 horas receberemos o São Paulo pelo brasileirão, e Hulk será apresentado à torcida, mas no momento que a partida começar é partir prá cima do adversário em busca de mais uma vitória.
Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺
Raimundo Ribeiro
Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor






