Da redação
O Congresso Nacional realizou sessão solene nesta quinta-feira (14) para celebrar os 217 anos da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). A homenagem foi proposta pelos senadores Izalci Lucas, Humberto Costa, Damares Alves e pelo deputado Alberto Fraga, reconhecendo o papel histórico e atual da corporação na segurança pública da capital federal.
Durante o evento, foi detalhado o histórico da PMDF, desde a criação da Divisão da Guarda Real de Polícia, instituída em 13 de maio de 1809 por D. João VI, até a instalação definitiva em Brasília em 1966. A origem da força é ligada à chegada da corte portuguesa ao Brasil, expandindo-se posteriormente para a nova capital.
O senador Izalci Lucas destacou o simbolismo do uniforme policial, afirmando que “uma farda não é uma roupa, é um símbolo”. Ele ressaltou a importância de valorizar os profissionais que atuam diariamente. Nas palavras do senador, a farda representa “a decisão de colocar a própria vida em risco, para que outras pessoas possam viver em paz”.
A senadora Damares Alves afirmou sentir orgulho da PMDF, chamando-a de “a melhor polícia do mundo”. Ela disse que “tudo o que a gente falar ainda é muito pouco” e agradeceu ao trabalho desenvolvido pelos policiais, desejando bênçãos à corporação. Leila Barros defendeu maior valorização salarial e reconheceu o compromisso diário da PMDF com a população.
Segundo Alexandre Rabelo Patury, secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, a PMDF é considerada “a melhor PM” e “a polícia menos letal” do Brasil, apresentando “zero mortes a esclarecer”. O comandante-geral, coronel Rômulo Flávio Mendonça Palhares, destacou que os programas sociais da corporação atingem quase 500 mil pessoas.
O ministro do Tribunal de Contas da União, Augusto Nardes, cobrou mais recursos para a PMDF, enfatizando que Brasília foi projetada para 500 mil habitantes e hoje possui mais de 3 milhões, o que desafia a segurança pública. A cerimônia contou ainda com a presença de autoridades, familiares e oficiais da corporação.






