Da redação
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, relatou nesta segunda-feira, 18, que foi hostilizado por uma funcionária de uma empresa aérea em um aeroporto. Segundo Dino, a mulher teria defendido a morte do magistrado, o que motivou seu pedido por campanhas de educação cívica nas empresas.
O episódio foi divulgado por Flávio Dino em uma publicação realizada em sua conta oficial no Instagram. “Recentemente, uma funcionária de empresa aérea me hostilizou num aeroporto, defendendo minha morte”, afirmou o ministro, sem detalhar a data exata ou o local do incidente.
Ao refletir sobre o caso nas redes sociais, Dino sugeriu que empresas em geral promovam campanhas internas de educação cívica. Para o ministro, essas iniciativas poderiam ajudar a conscientizar funcionários e colaboradores sobre respeito institucional e civilidade no ambiente de trabalho.
O ministro destacou a importância de garantir a integridade de servidores públicos e autoridades, independentemente de divergências políticas ou pessoais. Dino enfatizou que o respeito mútuo é fundamental para a convivência democrática e a manutenção da ordem institucional no país.
Até o momento, não houve manifestação pública da empresa aérea mencionada no episódio. O caso também não teve registro de investigação formal anunciado por autoridades responsáveis pela segurança em aeroportos ou por órgãos de defesa dos direitos humanos.
Flávio Dino, ex-ministro da Justiça, tomou posse como ministro do Supremo Tribunal Federal em 22 de fevereiro de 2024, após ser indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e aprovado pelo Senado Federal. Em suas redes sociais, ele costuma abordar temas relacionados à democracia, direitos humanos e ao respeito institucional.





