Da redação
Jake Paul promoveu neste sábado (16) o primeiro evento de MMA transmitido pela Netflix, realizado pela MVP em local não detalhado, destacando-se pelo nível de pagamentos aos atletas. O projeto foi idealizado para oferecer remunerações superiores às praticadas pelo UFC, conforme divulgado previamente pelo organizador.
Após a divulgação oficial das bolsas, os valores pagos reforçaram a diferença em relação ao Ultimate. Para os principais nomes do card, as cifras atingiram a casa dos milhões de dólares, superando amplamente o modelo vigente na principal organização mundial de MMA. Até atletas do card preliminar receberam valores elevados.
No evento, Aline Pereira, irmã de Alex Poatan, recebeu a menor bolsa: 40 mil dólares, cerca de 200 mil reais, mesma quantia destinada a Albert Morales, Jade Masson-Wong e Brandon Jenkins. Esses valores referem-se apenas à participação, independentemente de vitória ou derrota.
Em contratos iniciais do UFC, o padrão é de 12 mil dólares por luta, com bônus de mesma quantia em caso de vitória. Isso significa que, mesmo vencendo, um estreante pode receber aproximadamente 24 mil dólares — 40% menos do que os atletas do card preliminar da MVP já recebem em caso de derrota.
Jake Paul afirmou que a proposta do evento é “trazer mais justiça aos lutadores” em relação ao sistema de salários vigente no MMA. Segundo ele, o pagamento elevado foi um dos principais destaques do projeto, o que ficou comprovado após a publicação dos valores, fortalecendo o posicionamento que adotou desde o anúncio do card.
Entre os pagamentos mais elevados, destacam-se: Ronda Rousey com 2,2 milhões de dólares, Francis Ngannou com 1,5 milhão, Gina Carano com 1,05 milhão, Nate Diaz com 500 mil, Mike Perry com 400 mil e Adriano Moraes com 80 mil dólares. Os valores do evento foram divulgados após o término das lutas.






