Da redação
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), tem manifestado a pessoas próximas o desejo de que a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que extingue o regime de trabalho 6×1 entre em vigor no prazo de seis meses. A informação foi compartilhada recentemente em Brasília.
Segundo relatos feitos por parlamentares e auxiliares, Motta considera ideal que a transição para o novo regime seja rápida, beneficiando diretamente os trabalhadores afetados. Esse prazo é considerado mais reduzido do que o defendido por integrantes da base do governo, que pedem mais tempo para adaptação.
A discussão em torno do período de transição tem gerado divergências entre os parlamentares. Aliados de Motta afirmam que o presidente da Câmara entende ser possível uma implementação mais célere, desde que haja um consenso mínimo entre os setores envolvidos.
O debate sobre o fim do regime 6×1, que prevê seis dias consecutivos de trabalho para um de descanso, ganhou força nas últimas semanas. Entidades sindicais e representantes do setor produtivo acompanham atentamente as definições quanto ao tempo necessário para a adequação das empresas.
Até o momento, Hugo Motta não fez declarações públicas sobre o tema, mas o assunto segue sendo discutido internamente na Câmara dos Deputados, com reuniões frequentes entre membros da Mesa Diretora e lideranças partidárias. Negociações buscam aparar divergências e definir um cronograma viável de implantação da PEC.
O regime 6×1 é utilizado em diversos setores da economia, principalmente no comércio e na indústria. A proposta de sua extinção tramita como prioridade na pauta do Legislativo e, caso aprovada, deverá impactar a jornada de milhares de trabalhadores brasileiros nos próximos meses.





