Da redação
A Justiça Federal autorizou a entrada do egípcio Abdallah Montaser no Brasil após ele permanecer retido por 51 dias na área restrita do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. A decisão ocorreu na quinta-feira, 29 de maio, e permitiu sua liberação na madrugada de sábado, 30, para reencontrar a família.
Abdallah Montaser havia desembarcado no aeroporto em circunstâncias que o levaram a permanecer por um período prolongado na zona internacional, sem acesso ao território nacional. Durante esses 51 dias, não foram detalhadas oficialmente as razões para sua retenção, nem informações do governo sobre o processo envolvendo o egípcio.
A liberação ocorreu apenas após decisão da Justiça Federal, que analisou o caso. A medida judicial permitiu que Montaser finalmente deixasse o aeroporto após quase dois meses. Segundo informações apuradas, a esposa e os dois filhos do egípcio o aguardavam para o reencontro familiar no local.
Fontes oficiais não detalharam publicamente as motivações para a duração da retenção na área restrita do aeroporto. Também não houve divulgação por parte das autoridades brasileiras sobre eventuais restrições anteriores que tenham impedido a entrada de Abdallah Montaser no país durante esse período.
O egípcio foi autorizado a entrar em território brasileiro e, conforme apurado, saiu das instalações do aeroporto na companhia dos familiares. Não houve manifestação pública do Governo Federal ou de órgãos de segurança sobre o caso até o momento da decisão judicial.
O Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, recebe diariamente milhares de passageiros de diferentes nacionalidades. Casos de retenção de estrangeiros podem ocorrer devido a questões documentais ou migratórias, dependendo da análise das autoridades competentes em cada situação.





