Da redação
O Vasco encerrou a primeira parte da temporada na 17ª posição do Campeonato Brasileiro, após derrota por 1 a 0 para o Atlético-MG em São Januário, resultado que mantém o clube na zona de rebaixamento. A pausa para a Copa do Mundo, em 2026, ocorre em meio à busca por ajustes no elenco.
A diretoria, liderada pelo presidente Pedrinho e pelo diretor executivo Admar Lopes, demonstra preocupação com o desempenho recente do time, especialmente diante da atuação desorganizada nos minutos finais contra o Atlético-MG. Dirigentes consideram necessárias mudanças urgentes em setores do grupo para evitar nova luta contra o rebaixamento no segundo turno.
Renato Gaúcho, técnico da equipe, reforça a necessidade de contratações durante a janela de transferências. Apesar da pressão, sua relação com a diretoria permanece alinhada. “O clube precisará se movimentar no mercado para aumentar suas chances de permanência na Série A”, afirmou. O principal entrave, porém, é o orçamento restrito do Vasco, que busca reforços sem comprometer as finanças.
Além da chegada de novos jogadores, o clube cogita saídas durante a reformulação. O volante Tchê Tchê vive situação indefinida, enquanto Hinestroza, criticado pela torcida, perdeu espaço entre os titulares. Já Brenner, após retorno ao futebol brasileiro, não repetiu o desempenho esperado e serve como exemplo de atleta que pode deixar o grupo.
A diretoria reconhece limitações do elenco, mas considera nomes como Andrés Gómez peças-chave para a recuperação do time. A prioridade será buscar soluções pontuais para setores ofensivos e de criação, ao mesmo tempo em que tenta recuperar o rendimento de jogadores que não corresponderam no início do campeonato.
Admar Lopes, responsável pelo planejamento da janela de transferências, construiu reputação no futebol europeu em avaliações estratégicas de elenco. Seu desafio é alavancar o nível técnico do Vasco sem grandes investimentos. Para o clube, a janela do meio do ano é vista como etapa decisiva para a permanência na Série A.







