Da redação
Marília Campos (PT-MG) recusou o convite do presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Edinho Silva, para disputar o governo do estado. Segundo integrantes de seu grupo político, não há expectativa de que a direção do partido imponha candidatura. Campos é ex-prefeita de Contagem.
O professor João Batista dos Mares Guia, aliado de Campos, afirmou que o atraso na definição do palanque mineiro impede o diretório nacional do PT de intervir para barrar uma eventual candidatura ao Senado. Ele ressaltou que o partido aguardou a posição do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG), até então o nome preferido por Luiz Inácio Lula da Silva para a disputa.
Mares Guia avaliou que houve erro do PT nacional ao manter o grupo inativo por mais de um ano sob a perspectiva de Pacheco liderar a chapa. “O PT Nacional errou ao nos manter inertes durante mais de um ano sob a garantia de que o Rodrigo Pacheco seria o candidato. Então não tem, não tem essa hipótese”, declarou. Ele defendeu o nome do deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG) como possível consenso, dizendo que Lopes unificaria o partido.
Campos viajou para o norte de Minas ao lado de Gabriel Azevedo, pré-candidato do Movimento Democrático Brasileiro ao governo estadual, a quem descreveu como “meu governador”. Mares Guia afirmou que, caso o PT escolha Lopes como candidato, o partido tende a apoiar a decisão coletiva, independentemente de preferências individuais.





