Da redação
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, convocou líderes de mais de 60 países para debater o que classificou como terrorismo político promovido por grupos de esquerda. Rubio afirmou que esse tema é fundamental para os republicanos, principalmente antes das eleições legislativas de novembro, nos Estados Unidos.
Durante o encontro, Rubio destacou um “alarmante aumento” da violência política atribuída à esquerda. Ele pediu união dos representantes presentes, em sua maioria de países europeus e latino-americanos, para enfrentar esse problema, declarado por ele como um “ponto cego” das políticas antiterroristas atuais.
O secretário criticou o que chamou de leniência de setores do poder diante de atos violentos praticados por grupos de esquerda. Em suas palavras, “muitas pessoas em posições de poder têm repetidamente minimizado atos de violência e até de terrorismo como formas legítimas de expressão política, desde que servissem a uma causa de esquerda”. Rubio comparou a reação a crimes cometidos por movimentos neonazistas à de grupos marxistas: “Uma bomba colocada por um grupo neonazista é um ato nefasto e vil. É. Mas uma bomba colocada por um revolucionário marxista; bem, isso é apenas um excesso trágico de idealismo”.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também tem usado discurso duro contra a esquerda durante a campanha eleitoral. Trump declarou que a ascensão da ala esquerdista do Partido Democrata representa comunistas que buscam “destruir completamente o modo de vida tradicional americano”, chegando a acusá-los de envolvimento em assassinatos. O vice-presidente JD Vance apontou o comunismo como um fenômeno inédito no país. O presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson, afirmou que há “candidatos radicais” autodenominados marxistas.




