Da redação
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já definiu palanques em todos os 26 estados e no Distrito Federal para a eleição, a menos de um mês do início das campanhas. A convenção nacional do PT está marcada para o dia 2 de agosto. Enquanto isso, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), principal adversário de Lula, enfrenta impasses em nove estados e ainda não anunciou sua escolha para vice-presidente, segundo informações de dirigentes partidários.
O PT priorizou a disputa pelo Senado Federal neste ciclo eleitoral e indicou nomes considerados competitivos para o Legislativo, optando por priorizar alianças nas disputas regionais. De acordo com integrantes do partido, são 11 pré-candidatos definidos em Minas Gerais, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima e São Paulo, além do Distrito Federal. Em Goiás, o ex-deputado Luís César Bueno é cotado para a pré-candidatura.
Segundo dirigentes petistas, a legenda também apoiará coligações lideradas por outros partidos: cinco candidatos pelo Partido Social Democrático (PSD), três pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB), dois pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB), dois pelo Partido Democrático Trabalhista (PDT) e um nome de cada pelos partidos União Brasil, Progressistas (PP) e Republicanos. A decisão de lançar o deputado federal Patrus Ananias ao governo de Minas Gerais foi definida recentemente e solucionou o principal impasse petista para o pleito estadual.
Até anunciar Patrus Ananias, a sigla chegou a cogitar apoiar Gabriel Azevedo (MDB), Josué Gomes (PSB) e Alexandre Kalil (PDT), mas o pedetista recusou aliança e parte da legenda resistia ao seu nome. A ex-prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), aparecia bem nas pesquisas para o Senado, mas não aceitou disputar a Presidência da República. Também foram considerados Reginaldo Lopes e Rogério Correia.





