Da redação
O Santos decidiu não atender o pedido do técnico Cuca por reforços apesar da preocupação com o risco de rebaixamento. Mesmo disputando três competições e após derrota para o Athletico-PR, a diretoria prioriza o pagamento de dívidas e evita novos compromissos financeiros no mercado.
De acordo com a administração do clube, a regularização dos salários e direitos de imagem, com dois meses em atraso, é a prioridade. O Santos conseguiu quitar os salários CLT referentes a julho, porém ainda deve parcelas vencidas aos jogadores, sendo que uma nova parcela vence no dia 20. Para a gestão, é fundamental primeiro “arrumar a casa”.
Outro empecilho para contratações é a punição imposta pela Fifa devido a uma dívida com o Monaco relacionada à contratação de Jean Lucas em 2023. O clube está impedido de registrar jogadores enquanto não quitar aproximadamente R$ 12 milhões, valor que, segundo a diretoria, não está entre as prioridades financeiras no momento.
O desafio financeiro é potencializado pelo balanço de 2025, que aponta dívida superior a R$ 1 bilhão, incluindo cerca de R$ 470 milhões em obrigações de curto prazo. Buscando novas receitas, o setor de marketing procura patrocinadores após rescisões com Nissei, EQR, Pley by Ney e Corpx, restando até cinco espaços livres no uniforme.





