Da redação
Na convenção nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB), realizada no fim de julho, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e dirigentes da sigla celebraram a renovação da aliança com Geraldo Alckmin para as eleições de 2026, segundo informações da legenda. O evento ocorreu em clima de festa, embora existisse consenso de que PT e PSB tomarão rumos distintos a partir do próximo ano.
Conforme dirigentes do PSB, Lula não poderá disputar novo mandato e tende a priorizar a escolha de um sucessor dentro do próprio Partido dos Trabalhadores. Já o PSB planeja iniciar a construção de um projeto eleitoral próprio para a sucessão presidencial de 2030, buscando fortalecer o protagonismo da legenda na disputa.
Ainda não há definição sobre quem será o nome do PSB para concorrer à Presidência daqui a seis anos. Entre as possibilidades cogitadas por membros do partido estão Geraldo Alckmin, Simone Tebet, João Campos e Flávio Dino, atual ministro do Supremo Tribunal Federal. Nenhuma dessas alternativas foi oficialmente confirmada.
A decisão de lançar um filiado do PSB ao cargo presidenciável ocorre 16 anos após a morte de Eduardo Campos, que foi governador de Pernambuco e presidenciável da legenda, vítima de acidente aéreo. Segundo aliados, a iniciativa representa retomada da ambição nacional do partido após anos atuando em alianças majoritárias.





