Da redação
Lara Marina Soares Tosta foi destituída do título de Miss Brasil Supranational após o Concurso Nacional de Beleza (CNB) constatar que a modelo descumpriu cláusulas contratuais, incluindo a omissão de uma gestação durante o concurso. A decisão ocorreu após a organização ter acesso a exames médicos e documentos contratuais.
Segundo o CNB, o contrato previa que a candidata não poderia estar grávida durante a participação e o reinado. Um laudo médico ultrassonográfico, emitido em 19 de agosto de 2026, confirmou que Lara realizou o primeiro exame em 22 de abril de 2026, já com sete semanas de gestação. A organização afirmou que a modelo tinha ciência da gravidez desde abril.
Além da gestação, o CNB apontou outras violações contratuais, como o descumprimento de orientações de vestuário, falta de resposta às solicitações da organização no prazo de 24 horas, ausência de notificação formal em caso de impedimento para cumprir obrigações e quebra de sigilo ao conceder entrevistas sem autorização. A entidade destacou que Lara omitiu essas infrações ao alegar publicamente que foi destituída apenas por estar grávida.
Lara Marina declarou nas redes sociais que só soube da gestação após o término do concurso e que teria sido desclassificada por esse motivo. Em nota pública, o CNB informou que a destituição ocorreu devido ao descumprimento de cláusulas contratuais, conforme previsto no acordo firmado entre as partes.



