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Soprador de apito decreta o empate

Já com a efetivação de Marcão como técnico, o Fluminense visitou o Atlhetico e apesar dos velhos erros de passe, a partida estava equilibrada com o Fluminense tendo maior posse de bola, mas aos 34 minutos, tomamos mais um gol de bola aérea em que Fábio não sai, a dupla de zaga não corta porque não sabe se posicionar, e Renê como sempre não se antecipa.

Aos 37 minutos Hulk empata numa bela cobrança de falta sofrida por Canobio.

Voltamos para o segundo tempo com o atlhetico sufocando o Fluminense, e aos 2 minutos faz 2×1 em mais um cruzamento aéreo contando com falha de Guga.

Aos 14 minutos entram Acosta e Serna no lugar de Ganso e Soteldo.

O Fluminense continuou jogando no mesmo ritmo, e aos 20 minutos Canóbio empata numa falha do goleiro adversário.

O Fluminense continuou melhor, e aos 32 minutos Ignácio vira o placar.

Aos 44 minutos saem Canóbio e Hulk para entrada de Jemmes (?) e Savarino.

Com esse recuo covarde, o adversário se lançou todo ao ataque em busca do empate.

Forçava mas não conseguia empatar, aí o soprador de apito Felipe Fernandes de Lima (coloque esse nome na mesma caixa que Klaus e Daronco), com o silêncio cumplicioso do VAR, já nos acréscimos marcou pênalti inexistente para o furacão empatar.

Apesar do Fluminense ter atuado melhor, foi um empate normal (fora de casa), e só aconteceu porque a diretoria é de infiltrados que não defende os interesses do Fluminense, e permite que sopradores de apito mal intencionados sejam escalados para nos prejudicar.

Melhor em campo: Ignácio

No próximo sábado as 21 horas o Fluminense faz o clássico contra o Vasco, em busca da vitória.

Bora Fluzão 🇭🇺🇭🇺🇭🇺🇭🇺

Raimundo Ribeiro

Apaixonado por futebol e, naturalmente Tricolor