Início Distrito Federal Candidatos ao GDF intensificam campanha nas ruas e redes na reta final

Candidatos ao GDF intensificam campanha nas ruas e redes na reta final


Da redação

Os principais candidatos ao governo do Distrito Federal intensificam as ações de campanha após o fim da propaganda gratuita no rádio e na TV e limite para o impulsionamento de publicações pagas na internet, conforme as regras eleitorais. As estratégias de Celina Leão (PP), Leandro Grass (PT), Paula Belmonte (PSDB), Kiko Caputo (Novo) e Ricardo Cappelli (PSB) concentram-se em agendas de rua, uso das redes sociais e aproximação com eleitores indecisos nas regiões administrativas.

Celina afirma priorizar a presença nas cidades para apresentar resultados e propostas, reforçando que “não tem mudança de estratégia na última hora”. Integrantes da equipe destacam o respeito à autonomia do eleitor. Grass aposta no corpo a corpo e na divulgação online para conquistar indecisos, apresentando a chapa como alternativa ao atual governo. O coordenador Hélio Doyle afirma que parte dos eleitores de José Roberto Arruda (PSD) migrou para Grass. Paula Belmonte intensifica agendas de rua e recebe adesão de lideranças que apoiavam Arruda.

Kiko Caputo foca em cidades com maior número de eleitores e busca apoio dos que ficaram sem opção após a saída do candidato do PSD, destacando-se como única candidatura de direita na disputa. Cappelli investe em carreatas e trios elétricos, apresentando-se como alternativa à polarização entre Celina e PT, além de destacar propostas para saúde, transporte e benefícios sociais.

Especialistas avaliam que a campanha mudou de configuração com a saída de Arruda, ampliando a concentração em torno de Celina e Grass. Temas nacionais como Lula e Flávio Bolsonaro, bem como questões locais, permaneceram no centro do debate. As equipes precisaram adaptar as estratégias ao fim da mídia tradicional, intensificando o contato direto e a mobilização digital, enquanto a legislação eleitoral restringe ações e prevê sanções em caso de irregularidades. O Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal informou que não solicitou a aplicação da Lei Seca para o dia do pleito.